quinta-feira, 1 de abril de 2010

Filhadaputisse se chama: ser falso.

É, tem nome. Acabo de acordar e ver que não importa o quão eu confie em alguém, nunca vou receber de voltar tudo o que deposito. Até aí tudo bem, mas então por que não posso receber o mínimo de consideração? Sempre confio muito em meus, por que não dizer assim, amigos. Eu nao passo confiança o suficiente, é isso? Não entendo bem. Minha vida é um livro aberto às pessoas que me cercam, por que diabos tenho que desvendar um mapa do tesouro só pra saber o que um amigo sente?
Fico um tanto arrependida de ser tão transparente e quero ir pelo outro lado do caminho, e por mais que o mundo gire, sempre paro no mesmo lugar: transparência. Parece que tenho que reviver tudo, mesmo que com pessoas diferentes, pra poder quebrar a cara de novo e ver que aquilo não poderia mudar como eu achava que sim.
Vai entender..

quinta-feira, 25 de março de 2010

Padrões.

É definitivo! Não sou uma seguidora da moda, por mais que eu queira ou tenha tentado, não me encaixo nunca, soa até estranho, porque não é algo que quero bastante, mas se todos conseguem, por que não eu? Às vezes me pego rindo, quando a moda era ser igual, eu era diferente, e agora que a moda é ser diferente, sinto-me um pouco normal, normal no conceito de não gastar 25 horas do meu dia tentando ser diferente.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

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Vivo pelas extremidades, agora e de novo, se repete da maneira que é. sinto a necessidade do excesso. Sinto tudo e não tenho nada, tenho tudo e não sinto nada. Coisas absurdas que me envolvem e me tiram facilimente o sentimento, enquanto coisas simples me fazem viver com uma vontade acima do normal.
Não receio ao afirmar que sou superior aos demais(maioria) que me rodeiam. Se não sou, sinto que sou. Mas quem disse que não podemos fazer do que os olhos veem, a verdadeira realidade? Verdade depende de quem acredita, se eu acredito, eu sou. Aceito minha condição, espero e suspiro um dia atravessar um alguém com sua certeza maior, que(quem sabe) me esvazie novamente. 

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Um Começo..

"Sou composta por urgências: minhas alegrias são intensas, minhas tristezas, absolutas. Me entupo de ausências, me esvazio de excessos. Eu não caibo no estreito, eu só vivo nos extremos. Eu caminho, desequilibrada, em cima de uma linha tênue entre a lucidez e a loucura. De ter amigos eu gosto porque preciso de ajuda pra sentir, embora quem se relacione comigo saiba que é por conta-própria e auto-risco. O que tenho de mais obscuro, é o que me ilumina. E a minha lucidez é que é perigosa "
Clarice Lispector.

por que não? :)